4 de janeiro de 2010

To be and not to be

"Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano.



"Quem sou eu no mundo?"



Essa indagação perplexa é o lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira."

Paulo Mendes Campos

3 comentários:

Edmar disse...

Pois é. Hoje acordei e só depois de alguns minutos descobri que estava diferente.
Descobri que não mais existe o ponto G.
A reforma ortográfica foi mais profunda do que eu imaginava.

E. Campos disse...

Será ?

gentil carioca disse...

Ué, Edmar, não sabia que você tinha ponto G...rsrsrs

E., acho que sim, será. Não nos inventamos sempre? Eu, pelo menos, sou uma "metamorfose ambulante", ou, pelo menos, gosto de me imaginar assim, o que dá no mesmo. Gosto de pensar que "o que eu sou no mundo" pode ser várias Sonias, é só uma questão de...hummm..."guarda-roupa".

kisses aos dois