14 de janeiro de 2010

Ça va sans dire

"A única coisa tão inevitável quanto a morte...é a vida"
Charles Chaplin


Zilda Arns Neumann (Forquilhinha, 25 de agosto de 1934 — Porto Príncipe, 12 de janeiro de 2010)



Gentil Carioca está de luto

10 comentários:

pinguim disse...

Sei que o terrível acontecimento que atingiu o Haiti também enlutou a nação brasileira, pois havia bastantes cidadãos vossos cooperando naquele pobre país e entre eles esta senhora que teve uma vida exemplar.
Compartilho a tua tristeza.

mara* disse...

Nunca será desnecessário falar sobre pessoas iluminadas. Mais uma luz que se apaga neste triste e maltratado planeta. Estamos de luto.

gentil carioca disse...

Pinguim, obrigada pela solidariedade. As catástrofes sempre são tristes, mas a morte de Zilda Arns realmente foi uma perda e tanto.

Mara*, fiquei realmente triste quando soube. Tanta gente por aí que caberia certinho num caixão, e lá se vai ela. Uma merda.

Primeira Pessoa disse...

zilda arns é tão bonitinha...
é uma brasileira com B maiúsculo.
aliás uma pessoa com P maiúsculo.

deixo meu abraço.

admiração do
roberto.

gentil carioca disse...

E o coração, então, Roberto? Músculo mais que maiúsculo...

Moacy Cirne disse...

Grato pela visita ao Balaio. deu para asentir que o seu blogue tem sustança. Ou seja, voltarei. E parabéns pelo título do seu Flamengo (vi, mais embaixo, a ilustração de Gerchman (se bem que a camisa de dois dos jogadores parecia mais sampaulina do que propriamente rubro-negra; mas o urubu acima não deixa dúvidas_.

Um abraço.

gentil carioca disse...

Moacy, sua fama o precedeu (já o conhecia de nome e obra) e fico satisfeita que tenha "sentido sustança" por aqui.
Thanks.

expresso moda disse...

Que pena.Mas...



bjs,Sônia!

b disse...

Uma mulher que viveu e morreu com coerência.
Sim.
Rara - até mesmo por isso.
Porém não esqueçamos dos militares que estiveram e estão por lá.
São brasileiros , pessoas com determinada vocação e devoção no que fazem. Esqueçamos o que os militares foram na ditadura, porque não são mais os mesmos e nem com os mesmos ideais de poder desviado.
1 abração.

gentil carioca disse...

Bárbara, sem dúvida todas as mortes merecem nossos pêsames, mas quando anônimas, ficam mais distantes do coração...
bj